A HISTÓRIA DO ROCK
IV – ANOS 70: O PESO E A REVOLTA
Ramones
Sex Pistols
Black Sabbath
NOME
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DE ONDE:
INÍCIO: / FIM:
ÁRVORE GENEALÓGICA:
“* Genre: / Style:
* Moods: (…)
* Influenced by: (…)
* Similar artists: (…)
* Followers: (...)”
CRÍTICA / HISTÓRIA:
HITS:
COMENTÁRIOS:
FAIXA-A-FAIXA:
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SEX PISTOLS
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DE ONDE:
INÍCIO: / FIM:
ÁRVORE GENEALÓGICA:
“* Genre: / Style:
* Moods: (…)
* Influenced by: (…)
* Similar artists: (…)
* Followers: (...)”
CRÍTICA / HISTÓRIA: assim como a história do Velvet Underground provavelmente não seria a mesma sem Andy Wharol, a dos Sex Pistols não seria o que foi sem a interferência do “marqueteiro” Malcom McLaren, dono de uma loja underground de roupas chamada “Sex” (e, por isso, já foi acusada de ser uma armação). A banda começa a aparecer na TV em 76, e a revista Melody Maker declara: “Eles fazem tanto pela música como a Segunda Guerra Mundial fez pela paz”. Três acordes, a aparente falta de perícia musical, os cabelos (e dentes) verdes de Johnny Rotten (“Joãozinho Podre”, na verdade John Lydon) vieram para mudar não apenas a história da música, mas a própria cultura sisuda da Inglaterra e, logo mais, do mundo.
A banda durou apenas 14 meses, sendo formada do acréscimo de Johnny ao Swankers, e causou muita confusão (inclusive em seus próprios shows).
Um amigo de Johnny popularizou o “pogo”, a “dança” em que se pula e se empurra outras pessoas – hoje visível em qualquer show de rock. Esse amigo era John Richie, que substituiu em 77 o sisudo baixista inicial, adotando o nome de Sidney (“Sid”) Vicious.
Com o hit “Anarchy in the UK” chocando o país, a banda foi demitida da gravadora, EMI (a banda lançou uma música com esse nome, depois). Depois vem “God save The Queen”, lançada no jubileu de prata da rainha, música em que ela era ridicularizada. O álbum que contém as músicas, “Never Mind the Bollocks” sai esse ano, e no ano seguinte Rotten sai da banda, Sid é acusado da morte da namorada (Nancy Spungen) e morre de overdose.
Johnny, há poucos anos, lançou um disco cujo título pode ser traduzido por “Nisto por dinheiro” – afinal, fama sem riqueza não dá, afirmou.
HITS:
COMENTÁRIOS:
FAIXA-A-FAIXA:
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RAMONES
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DE ONDE:
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ÁRVORE GENEALÓGICA:
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* Moods: (…)
* Influenced by: (…)
* Similar artists: (…)
* Followers: (...)”
CRÍTICA / HISTÓRIA: eles surgiram antes dos Sex Pistols, sim, mas só vieram à tona depois do sucesso desses, que fez o punk se espalhar da Inglaterra para o mundo.
HITS: “Do you remember rock & roll radio?” cita Ed Sullivan (lançou os Beatles nos EUA) e Alan Freed (o DJ que cunhou o nome “rock n` roll”), entre outros. Foi lançada quando a disco music tomava conta das rádios.
COMENTÁRIOS:
FAIXA-A-FAIXA:
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(THE) CLASH
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DE ONDE:
INÍCIO: / FIM:
ÁRVORE GENEALÓGICA:
“* Genre: / Style:
* Moods: (…)
* Influenced by: (…)
* Similar artists: (…)
* Followers: (...)”
CRÍTICA / HISTÓRIA: conta-se que o vocalista tinha uma banda de rock convencional, até ver os Sex Pistols em ação, quando mudou seu estilo e inventou que tinha sido um garoto pobre e que tinha roubado sua primeira guitarra. Suas letras também eram politizadas, mas inovou ao trazer novos elementos musicais ao punk (ska, funk e até reagge). O baterista foi deposto nos anos 80, pelo vício em heroína.
HITS: “London calling” declama que “toda aquela beatlemania fajuta foi derrotada”. “Rock the casbah” foi um dos maiores sucessos, e ironizava a cultura muçulmana.
COMENTÁRIOS:
FAIXA-A-FAIXA:
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STRANGLERS, THE
DE ONDE:
INÍCIO: 1974
ÁRVORE GENEALÓGICA:
“* Genre: / Style: new wave; punk; punk britânico
* Moods: (…)
* Influenced by: The Sex Pistols; The Rolling Stones; The Clash (…)
* Similar artists: Eddie & The Hot Rods; The Vibrators; Sham 69; The Ramones; Buzzcocks (…)
* Followers: Babylonian Tiles; Elastica; Fahrenheit 451; Maximo Park; Horros (...)”
CRÍTICA / HISTÓRIA: começaram como Guildford (moravam próximos a esta cidade) Stranglers. O som era meio Doors, meio tosco. Foram para Londres e simplificaram o nome. Abriram para o primeiro show dos Ramones na cidade, em 76. O primeiro single foi “(Get a) Grip (On yourself)”. O primeiro disco veio em 77, e “Peaches” foi hit. Pegaram fama de “sexual bad boys”. Colocar dançarinas de topless no palco só trouxe a ira das feministas. “No more heroes” foi hit do segundo, e “Walk on by” uma bem-sucedida cover de Bacharach a aparecer no 3o. Então, deixam de lado o sexo e expandem para a psicodelia. Estamos em 79, e a música “The duchess” estava no Top 20. “Golden Brown”, de álbum posterior, foi o maior sucesso da banda. Depois de 84, segue-se um período de dois anos sem discos. Mas só em 88 voltam à grande cena, com cover dos Kinks (“Al day and all of the night”). Outro lapso de lançamentos de inéditas se segue. Hugh Cornwell saiu em carreira solo. Outras trocas aconteceram, enquanto pouco material novo saía, ao contrário de gravações de shows etc.
COMENTÁRIOS: pop, às vezes (oitentista, quase); punk suavizado;
FAIXA-A-FAIXA: [26 highs]
(H) (5*) “Strange little girl” – delicada;
(H) (5*) “Hanging around” – tecladinho Doors; pop fraco
(H) (5*) “No more heroes” - aceleradinha
(H) (5*) “London baby” – “ooooh”
(H) () “Walk on by” –
(H) () “Go Buddy go” – solo de teclado
(H) () “(Get a) Grip (On yourself)” –
(H) () “Golden brown” – Frankstein;
[outras 9 by L: só salvaria se realmente boa]
“Punch and Judy”; “Threatened”; “In the shadows”; “Death and night and blood”; “Peassant in T”; “Burning up time”; “Spectre of love”; “Barbara (Shangri-la)”; “I hate you”.
(6*) “Spectre of love” –
() “Burning up time” – mais punk
() “Barbara (Shangri-la)” -
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sábado, 30 de agosto de 2008
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